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Análise semiótica de A boneca e o Saci


RESUMO

Esta monografia trata-se de um exercício de aplicação da Semiótica de Charles Sanders Peirce na análise da obra A boneca e o Saci, escrito por Lino de Albergaria e ilustrado por Andréa Vilela.
Como objetivo geral, buscou-se compreender de que modo texto e imagem formam um todo coeso de significado na produção de livros de literatura infantil.
Mais especificamente, procurou-se reconhecer as tríades relativas à teoria peirceana na capa e contra-capa do objeto de estudo. O olhar atento para os signos nos níveis de primeiridade, secundidade e terceiridade revelou o contraste como elemento básico empregado na produção dos sentidos.
De forma a extrair resultado ainda mais apurado do processo interpretativo, fez-se a Semiótica dialogar com alguns conceitos da Análise de Discurso e da Teoria Literária.
Verificou-se que escritor e ilustradora fazem uso da técnica da apropriação, para estilizar e parafrasear fragmentos da obra de Monteiro Lobato e de sua biografia.

Palavras-chave: Literatura Infantil, Semiótica, Análise de Discurso, Intertextualidade.

Leia monografia completa. Versão em pdf disponível para download:
A semiótica de A boneca e o Saci: o livro em que o criador se tornou criatura

Monografia resumida e publicada no formato artigo na Edição n.05, maio de 2008, da Revista Crioula – revista eletrônica dos alunos de pós-graduação da área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas (DLCV), Universidade de São Paulo (USP). Acesse no link abaixo: http://www.fflch.usp.br/dlcv/revistas/crioula/edicao/05/Artigos%20e%20Ensaios%20-%20Sersi%20Bardari.pdf

Texto integral nos anais do 17º COLE:
http://www.alb.com.br/anais17/txtcompletos/sem15/COLE_2651.pdf

Rito de passagem na literatura juvenil


RESUMO

Propôs-se por meio desta monografia a realização de um estudo comparativo entre duas obras de literatura juvenil em Língua Portuguesa. São elas: O relógio do mundo, do brasileiro Lino de Albergaria, e Aventuras de João Sem Medo: panfleto mágico em forma de romance, do português José Gomes Ferreira. Escritas em épocas diferentes — 1989 e 1933, respectivamente —, ambas se utilizam, como base de construção de sentido, do mito do herói.
Como uma das premissas do comparativismo em literatura é o estudo da imagem do estrangeiro em uma obra, pode-se dizer que o que há de estrangeiro nos textos estudados é a relação que estabelecem com o rito de passagem / iniciação das sociedades tribais e, por consequência, com todo o discurso literário mundial que já tenha trabalhado esse tema, comum à tradição dos contos maravilhosos. Aventa-se, neste trabalho, com a possibilidade de um estudo comparativista triangular, disposto da seguinte maneira: mito versus obra nacional; mito versus obra estrangeira; obra nacional versus obra estrangeira.
As observações aqui empreendidas revelam o contributo pessoal de cada escritor na produção de variantes do mito, a partir de referências encontradas no espaço-tempo enunciativo de criação das obras.

Palavras-chave: Comparativismo; Mito do Herói; Rito de Passagem; Conto Maravilhoso.

Leia monografia completa. Versão em pdf disponível para download:

Rito de passagem na literatura juvenil: O relógio do mundo e Aventuras de João Sem Medo

Monografia resumida e publicada no formato artigo na Edição n.03, maio de 2008, da Revista Crioula – revista eletrônica dos alunos de pós-graduação da área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas (DLCV), Universidade de São Paulo (USP). Acesse no link abaixo:

http://www.fflch.usp.br/dlcv/revistas/crioula/edicao/03/Artigos%20e%20Ensaios%20-%20Sersi%20Bardari.pdf